21 de maio de 2009


O Valor de Ser um Professor

Se alguém lhe perguntasse qual é a mais nobre das profissões, o que você responderia?
Talvez a resposta correta seja: todas. Todas as que são exercidas com nobreza.
Todavia, há uma profissão da qual praticamente todas as demais dependem: é a de professor.
Esse profissional é o grande responsável pela formação intelectual dos seres que passam pelas salas de aula. E não são poucos.
O professor é quase um segundo pai, e a professora, uma segunda mãe, já que têm o poder de influenciar sobremaneira na formação dos caracteres de seus alunos.
Por isso, a profissão do educador é uma das mais nobres e também de grande responsabilidade.
Se todo professor tivesse consciência da gravidade da ação que exerce sobre seus educandos, certamente a nossa sociedade seria melhor.
Não queremos dizer que toda responsabilidade pese sobre o professor, mas grande parte dela, já que os pais são os maiores responsáveis pela conduta moral dos filhos.
No entanto, há professores e professores.
Há aqueles que não passam de comerciantes da educação. Dão suas aulas como quem se desincumbe de pesado fardo, pensando no valor que recebem no final do mês.
Há os indiferentes, que dão aulas de forma maquinal, não se esforçam nem para sair da mesmice, que os alunos já não suportam mais.
Há aqueles que são o exemplo vivo da deseducação. Sentam-se na mesa, gritam para serem ouvidos, esmurram a mesa ou o quadro para chamar a atenção dos educandos.
Há também os que pensam que crianças são adultos em miniatura. Não usam a criatividade nem para buscar o aperfeiçoamento pessoal e fazem apenas o que seus superiores lhes ditam.
Ser professor, no verdadeiro sentido da profissão, é ajudar a formar cidadãos de bem. É conhecer a intimidade do aluno e procurar extrair o que tem de melhor em sua intimidade, ajudando-o a reformular o que tenha que ser repensado.
Ser professor é estar sempre em busca do próprio aperfeiçoamento, para melhor servir.
É buscar sempre o que tem de melhor, para oferecer aos seus educandos.
É jamais se conformar com os desafios, por mais imponentes que sejam.
Ser professor é descobrir em cada aluno seu universo de potencialidades e ajudá-lo a desenvolvê-las.
Ser professor é muito mais do que passar teorias e conceitos. É edificar pelo próprio exemplo.
É romper com os modelos ultrapassados de incutir na cabeça do educando fórmulas prontas. É incentivar a criatividade, permitindo o surgimento de mentes mais preparadas para a construção de um mundo novo, onde não haja lugar para o preconceito, para a hipocrisia, nem para a subjugação dos mais fracos.
Ser professor, finalmente, é poder aplicar o amor na sua mais expressiva manifestação de sublimidade. É fazer brilhar no íntimo de cada aluno, a chama sagrada que o criador ali depositou.
***
O nobre professor é abençoado maestro que consegue retirar dessa harpa viva que é o coração da criança, a mais sublime musicalidade.
Sabe dedilhar nas cordas mais sutis da alma juvenil, a canção do dever e da justiça.
Consegue despertar nas almas que lhe ouvem os sábios conselhos, a mais harmoniosa melodia da esperança, da fé e do amor sem limites.

(Equipe de Redação do Momento Espírita)
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© Momento Espírita 2003

Ser Professor (a) é...


Ser Professor(a)...
É buscar dentro de cada um de forças para prosseguir, mesmo com toda pressão, toda tensão, toda falta de tempo... Esse é nosso exercício diário!
Ser professor (a) é se alimentar do conhecimento e fazer de si mesmo (a) janela aberta para o outro.
Ser professor (a) é formar gerações, propiciar o questionamento e abrir as portas do saber.
Ser professor (a) é lutar pela transformação... É formar e transformar, através das letras, das artes, dos números... Ser professor (a) é conhecer os limites do outro. E, ainda assim, acreditar que ele seja capaz...
Ser professor (a) é também reconhecer que todos os dias são feitos para aprender...
Sempre um pouco mais... Ser professor (a)... É saber que o sonho é possível... É sonhar com a sociedade melhor... Inclusiva... Onde todos possam ter acesso ao saber... Ser professor (a) é também reconhecer que somos, acima de tudo, seres humanos, e que temos licença para rir, chorar, esbravejar.
Porque assim também ajudamos a pensar e construir o mundo.
Todos os dias do ano são seus, professor(a)!
Parabéns!


Fonte: Jornal AconteeCendo, nº. 22, Setembro de 2001

"Posso ter defeitos , viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior do mundo. E que posso evitar que ela vá a falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensão e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recondito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
"... Cada pessoa, em sua existência, pode ter duas atitude: construir ou plantar. Os construtores podem demorar anos em suas tarefas, mas um dia terninam aquilo que estava fazendo. Então param, ne ficam limitados por suas vidas próprias paredes. A vida perde o sentido quando a construção acabam. Mas existem os que plantam. estes às vezes ofrem com tempestades, as estações, e raramente descansam. Mas, ao contrário de um edifícil, o jardineiro jamais para de crescer. E, ao contrário de um edifícil, o jardineiro, também permite que, para ele, a vida seja uma grande aventura. Os jardineiros se reconhecerão entre si porque sabem que na história de cada planta está o crescimento de toda a terra..."

Paulo Coelho - Brida




Especialmente naquelas em que habita algo mais que a humanidade. Aquelas que, às vezes, a gente confunde com anjos e outras entidades divinas... Falo daquelas pessoas que existem em nossas vida e enchem nosso espaço com pequenas alegrias e grandes atitudes... Daquelas que te olham nos olhos quando precisam ser verdadeiras, que tecem elogios, agradecem e pedem desculpas com a mesma simplicidade de uma criança... Pessoas que não precisam fazer jogos para conseguir o que buscam, porque seus desejos são realizadospor suas ações e reações, não por seus caprichos... Pessoas que fazem o bem e se protegem do mal, apenas com um sorriso, uma palavra, um beijo, um abraço, uma oração... Pessoas que atravessam as ruas, sem medo da luz que existe nelas, caminham firmes e levantam a cabeça em momentos de puro desespero... Pessoas que erram mais do que acertam, aprendem mais do que ensinam e vivem mais do que sonham... Pessoas que cuidam do seu corpo, porque este os acompanhará até o fim. Não ficam julgando gordos ou magros, negros ou brancos... Pessoas, simplesmente pessoas, que nem sempre têm certeza de tudo, mas acreditam sempre. Transparentes, amigas, espontâneas,até mesmo ingênuas... Prefiro acreditar em relacionamentos baseados em confiança, serenidade, humildade e sinceridade... Prefiro acreditar naqueles encontros, que nos transmitem paz e um pouco de gratidão... Prefiro acreditar em homens e mulheres, que reverenciam a vida com a mesma intensidade de um grande amor... Que passam pela Terra e deixam suas marcas, suas lembranças, que deixam saudadese não apenas rastros... Homens e mulheres que habitam o perfeito universo e a perfeita ordem nele existente... Homens e mulheres de alma limpa e puras de coração.
Breno Angellis

A BORBOLETA AZUL


Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.
As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder, outras não.
Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina.
O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar. Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder. Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.
- O que você vai fazer? - perguntou a irmã. - Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. - Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada! As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando. - Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu: - Depende de você...ela está em suas mãos.
Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro. Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos).
Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul... Cabe a nós escolher o que fazer com ela.


Autor Desconhecido

20 de maio de 2009

A arte de ensinar e aprender


O processo ensino aprendizagem pressupõe a indissolúvel união entre o que se aprende. O ato de ensinar desencadeia em que ensina também um processo de aprendizagem.
Quais os pressupostos que norteiam nosso conhecimento do que seja ensinado e do que seja aprender?
Hoje, ensinar significa muito do que apenas transmitir conhecimento e informações a alguém que está receptivo a recebê-lo sem questionamentos e críticas, uma vez que os avanços tecnólogicos e a mídia nos colocam quase que imediatamente em contato com os acontecimentos sociais e as novas descobertas científicas que ocorrem no mundo. A aprendizagem se dá quando o aluno ao intetagir com um conteúdo contextualizado busca, por meio de pesquisas, novas informações sobre o mesmo, aprofunda-o, interage, contrói seu proprio conhecimento e utiliza-o para melhorar sua qualidade de vida e a sua comunidade.
A arte de ensinar implica em desencardear no outro o espírito de pesquisa, de busca, de se envolver e aprender, aprender a ser. Despertar no outro a mágia da sede do conhecimento, a vontade de aprofundar-se no conhecimento do mundo e nos conhecimentos disponíveis acumulados pelas gerações passadas. Esta arte não ocorre sozinha ou por acaso, ela se solidifica com o passar do tempo, com a práxis em que teoria e prática se entrelaçam e se fortalecem; onde o gosto pelo ensinar se cristaliza e passa a fazer parte integrante da vida do educador.
O educador ao assumir seu papel frente às novas gerações incorpora em seu dia a dia a eterna busca pelos conhecimentos historicamente construído nas áreas das cìências sociais, torna-se um eterno aprendiz de si, do outro e do mundo. O conhecimento que detém aliado ao seu carisma pessoal, torna-o um conquistador de novos aprendizes e neste momento acontece a magia, a magia do ensinar e do aprender de forma prazerosa. É uma arte apaixonante!

by Maria Aparecida Cervan Vidal
Augusto Servano Rodrigues
Puplicado no Recanto das Letras em 20/06/2008
Código do texto:T1043388

EDUCAÇÃO

Educação é essencial para a vida do ser humano.